sábado, 26 de março de 2011

QI.

Fiquei um bom tempo ouvindo as pessoas dizerem sobre o QI* de fulano e de ciclano. Mas falavam de QI de uma maneira bem rude para ser mais sincera. Muitos acham que ter QI elevado é algo vitorioso ou melhor, que ter QI elevado significa; "muita inteligencia para mim e pouca para você, seu burro". Doce ilusão, mas não culpo aqueles que pensam assim, aliás não são todos que podem ter um conhecimento adequado do qual possam desfrutar-se. Em nossa sociedade, o conhecimento, o saber em si não chegam a todos, infelizmente. O senso comum é complicado mesmo, eu sei. Mas enfim, a questão do QI a meu ver é bom e ruim.
Ruim por não explicarem corretamente o significado de QI e o porquê dele existir e ser utilizado. As vezes penso que QI  não passa apenas de uma ignorância formada por aqueles que deixaram que isso acontecesse. 
Destacando QI de uma visão parcial diria que, QI é uma forma de preconceito com aqueles que não tiveram o mesmo privilégio de educação e de socialização que muitos outros tiveram. Uai, por que? Simples.
(Não desmerecendo) Mas um lixeiro provavelmente não terá o mesmo valor de QI que um estudante do 3° colegial de uma escola particular ou estadual. "O tempo é o maior ditador de todos". Provavelmente esse suposto lixeiro não teve a oportunidade de ter  um conhecimento adequado, o que é ruim, pois ele não estará de acordo com a hora do tempo, assim, não conseguindo acompanhá-lo (tempo). Diferente do estudando do 3° colegial. 
Agora o bom do QI é a sua utilização com aqueles que apresentam dificuldade na aprendizagem escolar. O que é diferente do que se tem como conteudos formados no senso comum sobre o QI.

Mas será que ocorre isso mesmo? Eis a questão..

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QI*; "Quociente de inteligência (abreviado para QI, de uso geral) é uma medida obtida por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) de um sujeito, em comparação ao seu grupo etário. A medida do QI é normalizada para que o seu valor médio seja de 100 e que tenha um determinado desvio-padrão, como 15".

segunda-feira, 21 de março de 2011

visões de mundo.


Em sua constituição, o ser humano (um ser complexo), constrói-se a partir de um universo imenso de variáveis sugestões e idéias. A construção do ser humano nada mais é que, multivariável e ocorre ainda na infância, com processos que chamamos de socialização. A maneira como cada ser humano pensa sempre o leva a uma reação, na maioria dos casos a um comportamento, que para a sociedade desse ser pode vir a aceito ou não. Esses comportamentos deveram-se ao ambiente, assim as modificando na maneira de pensar deste ser, modificando seu comportamento diante a uma nova percepção de ambiente. O ambiente produz tanto o comportamento quanto a modificação do cérebro. Comportamento é a expressão do seu cérebro. Destacando também a questão das junções sociais/culturais ao ambiente deste ser. A questão da moralidade e ética do ser é também de grande importância. Porém, essas questões obedecem sempre a três princípios: auto-obrigação, universalidade, incondicionalidade. Lembremos que, moral não é ética.
Moral se consiste ao prático imediato, ao restrito, o histórico e ao relativo, diferente de ética que abrange reflexeções filosóficas, questiona sempre a moral e seu objeto de estudo é a ação. Assim, o papel da ética é: guiar e orientar racionalmente a vida humana. Outro fator também interessante é a questão da realidade que cada ser projeta. Esses são elementos aprendidos para constituirmos uma visão de mundo. Todas essas supostas “idéias” formuladas em teorias devem-se a inúmeros fatores de comportamentos que foram (e ainda são) introduzidos pelo contrato social e a socialização dos indivíduos.