segunda-feira, 30 de maio de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
terça-feira, 3 de maio de 2011
A arte de persuadir.
No senso comum a arte de persuadir é mais fácil. O pouco conhecimento ajuda-nos a ter certas visões distorcidas de determinados assuntos. Há também a arte de convencer certo número de público de acordo com os seus interesses. Existe um processo que chamamos de socialização, onde cada indivíduo passa de acordo com a sua sociedade, com isso constroem-se inúmeros padrões um deles sendo o comportamento, que conseqüentemente quem fugir dele (assim determinado) sofrerá inúmeras punições. Padrões que nem sempre foram escolhidos por esses indivíduos, mas que foram (de algum modo) fixados em suas famílias, instituições religiosas, educação, costumes, língua e etc. As punições com os indivíduos que possam fugir desses padrões são muitas vezes desumanos. Citando exemplos que já se tornaram comuns pelo acomodo da alienação, estigmatizamos ainda o negro como “o assaltante”, o síndrome de down como “o bobão”, abominamos o aidético e assim por diante. A própria mídia que fora constituída pelo homem constrói essas visões que muitas vezes fogem do controle, transformando tudo isso em preconceitos, racismo, perseguições e até mesmo xenofobia. Causadores da verdadeira desordem social e mental, com padrões enganosos, grosseiros que ofendem aqueles indivíduos que ainda não se contaminaram com alienações, machucando-os psicologicamente por apresentarem características diferentes uns dos outros.
Portanto, de fato tudo isso é dádiva dos seres humanos que se predominam com a palavra, cujo vocábulo é provido de significações, discurso, pregações, doutrinas, como está escrito/foi escrito (também pelo homem) no velho Aurélio. Aqueles que ainda não a possuem ou a possuem, mas não sabem utilizá-la adequadamente tornam-se prisioneiros, sofredores de atos de homens rudes que vão além de suas atribuições.
Assinar:
Postagens (Atom)